quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O tal do J. Pinto Fernandes...

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Pronto!
Acabou. Passou. Já foi.
O motivo da minha angústia, do meu descontentamento acabou.
E não era isso que eu queria?
(estou racionalizando. Ultimamente tenho feito muito isso)
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Pode não ter sido do jeito que eu esperava.
Aliás, foi de um jeito total surprise.
Tipo J. Pinto Fernandes de Carlos Drumond de Andrade:
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"João amava Teresa
que amava Raimundo
que amava Maria
que amava Joaquim
que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos,
Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre,
Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e
Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história."
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Há! Foi isso mesmo que aconteceu.
Apareceu uma Jata Pinta Farnandas na história.
Tudo bem. Sério.
Sinto-me bem aliviada. Parece que um peso saiu de cima de mim.
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E que venham as mudanças.
A tempestade passou.
E minhas férias eu quero tirar logo!
E não tô nem aí se estamos em um período de mudanças!
Preciso de férias Dj'á!

2 comentários:

Na. disse...

Pelo que entendi, mais um caso de cupido cego... rsrs Racionalizar de vez em quando é bom, quem sabe um dia isso não se torna tão verdade que você internalize numa boa?! ;D

Xerus
=***

Eu e a solidão disse...

Olá vim pra agradecer a visita e gostei daqui...

Pelo visto vc está precisando de férias né... e essa história do cupido que erra o alvo é mesmo terrível...

Beijos!1